O Zen Budismo, Nosso Interior e a Budeidade
Por: Ryath
(Texto inspirado e intuído pelos Mestres da Luz)
O Zen Budismo tem em sua filosofia um conceito bastante interessante, que é o de não se preocupar com uma verdade absoluta, inclusive permitindo até questionamentos de pessoas que desconfiam que Buda tenha existindo, que a história dessa religião seja inventada e etc. E quando isso ocorre a resposta que s dá é essa: não importa se isso é real ou imaginário, o método do Nobre Caminho Óctuplo tem se confirmado e funcionado, e é isso que importa, que é algo efetivo e funciona.
O que o Zen Budismo se interessa é o com a verdade interna, e não externa, o que importa é o que está dentro de nós, assim com os métodos de meditação, pratica do bem e da atenção plena visam que o ser humano se conheça, e até mesmo atinja o Nirvana.
A verdade está dentro de nós, então é sempre importante olhar para dentro.
O Zen não busca o que está fora, mas sim o que está dentro.
No ser humano existe uma budeidade inata, ou seja, a capacidade de se tornar um Buda, e qualquer pessoa pode fazer isso, mas desde que queira e faça o que tem que fazer para atingir o Nirvana.
A palavra Buda significa iluminado, e ela se aplica a pessoas que atingiram o Nirvana, e quando isso ocorre a vida fica repleta de amor e plenitude, se torna realmente fantástica, maravilhosa.
A chave para atingirmos a iluminação é obtermos o autoconhecimento, e isso cada religião e sistema tem seus próprios métodos, como a Yoga por exemplo, que tem meditação, asanas, mantras, mudras, meditação, pranaiamas e etc. ou os Católicos que tem em seu caminho evitar o pecado, fazer o bem, orações e ter fé.
Cada religião tem os seus sistemas, e todos funcionam, e geralmente no Oriente as religiões tem muito a meditação, como o Taoísmo, o Budismo, o Hinduísmo e etc.
Para o Zen é difícil para quem tem muita influência do ego reconhecer sua natureza búdica.
Um ego moldado por conhecimento e experiência torna muito difícil reconhecer sua budeidade, então quando enxergamos o ego e sua influência ela vai diminuindo, até que chegamos a nos tornar um Buda, mas atingir o Nirvana não é o ponto final, o ser humano ainda tem muito o que progredir, e Sidarta Gautama, o fundador do Budismo ensinava isso.
A nossa natureza de Buda é muito mais linda do que o ego, o ego na verdade não é nada perto dela, então é budidade é uma realidade muito melhor.
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